Escopo Objetivo Executar ensaio operacional no IEAv (15 a 17 de dezembro de 2025), com foco em validação de procedimentos de contingência, integração de restrições dinâmicas e avaliação da reação dos provedores diante de eventos simulados. Tópicos Principais Testes Operacionais Check-in / Check-out Não permitido por telefone ou comunicação informal. Definir processo padronizado. Alertas e Geografia de Voo Notificação automática ao sair da área de voo (avaliar uso de Remote ID). Identificação de drones com Remote ID que entram na área. Resposta operacional do provedor diante dessas situações. Restrições Dinâmicas Criação de restrição parcial com OIR ativa → ações possíveis: Sair da área, cancelar voo ou reagir em tempo adequado. Simulação de pouso de helicóptero → restrição automática temporária. Avaliar tempo de reação dos provedores (cronometração) para agir após emergencia. Condições de Operação Proibir pouso no mesmo ponto de decolagem em caso de restrição. Testar Geo Fence → verificar se provedores cumprem restrições e se todas as OIRs estão dentro da Zona UTM. Avaliar resposta a voos fora da Zona UTM. Se drone sair da OIR → verificar se provedor cria nova OIR ou declara contingência. Features Extras a Testar Definir lista de procedimentos padrão ao encerrar operação para diferentes tipos de restrições (não assumir apenas “Return to Home”). Testar volumes não nominais : Como provedores lidam com sua criação e gerenciamento. [NÃO PRIORIZADO] - Inclusão de detalhes nas restrições (grau de severidade, ações obrigatórias, manobras seguras permitidas). Requisitos BRAC Não é permitido ativar voo em volume não nominal. Caso o drone saia da OIR, deve-se calcular área possível e criar automaticamente volume não nominal. Observações Gerais Necessidade de ensaios mais orgânicos (“vai voando e eu vou avaliando os requisitos”). Foco na observação em tempo real da reação dos provedores.