Ensaio Operacional 3 - Dezembro 2025

Documentos relacionados ao ensaio operacional que será realizado em Dezembro de 2025 com testes focados no operacional, fora os requisitos tecnicos ja testados

Escopo

Objetivo

Executar ensaio operacional no IEAv (15 a 17 de dezembro de 2025), com foco em validação de procedimentos de contingência, integração de restrições dinâmicas e avaliação da reação dos provedores diante de eventos simulados.

Tópicos Principais

Testes Operacionais

Features Extras a Testar

Requisitos BRAC

Observações Gerais

[WIP] Briefing: BR-UTM Field Test 3

Briefing: BR-UTM Field Test 3

Document Version: 1.0

Date: October 6, 2025


1. Introduction & Vision

Following the successful validation of the end-to-end operational lifecycle in Field Test 2, this Third Field Test will shift focus to real-time contingency management and provider responsiveness. The vision is to move beyond pre-planned scenarios and evaluate how USS platforms and operators react to dynamic, unexpected events in a more organic operational environment.

This test, scheduled for December 15-17, 2025, at IEAv, will concentrate on the validation of advanced contingency procedures, the integration of dynamic constraints on active flights, and the automated handling of in-flight deviations.

1.1. New Features for Validation

This test will validate all previously tested features, with a specific focus on the following new capabilities:


2. Core Objectives

The primary goals of this field test are to:

  1. Validate Real-Time Contingency Response: Demonstrate that USSs can detect dynamic constraints affecting an active flight and guide the operator through appropriate, timely mitigation measures.

  2. Test Geo-Fence Compliance and Deviation Handling: Verify that USSs can automatically detect when a drone exits its authorized OIR and trigger the appropriate operational response (e.g., alerts, a contingency declaration, or the creation of a non-nominal volume).

  3. Evaluate Non-Nominal Volume Procedures: Ensure that in case of a deviation, USSs correctly calculate and create a non-nominal volume, and that flights cannot be activated within one.

  4. Measure USS Performance: Quantitatively measure the reaction time of USS providers in responding to simulated emergencies and dynamic changes in the airspace.

  5. Standardize Contingency Maneuvers: Test the implementation of specific, pre-defined contingency procedures beyond the default "Return to Home," based on information provided in dynamic constraints.

 


3. Technical Architecture & Protocols

The core architecture remains the DECEA-provided Discovery and Synchronization Service (DSS), based on the InterUSS Platform. All interactions will continue to adhere to the API contracts and authentication protocols established in Field Test 2.

 


4. Test Scenarios

The field test will focus on dynamic scenarios designed to assess real-time decision-making and system responsiveness.

Scenario 1: Dynamic Constraint on an Active Flight

Scenario 2: OIR Deviation and Non-Nominal Volume Creation

Scenario 3: Response to Flight Outside UTM Zone

Scenario 4: Standardized Check-in / Check-out


5. Operational Safety Considerations

All safety protocols from the previous test remain in effect.

Modelo de Procedimento Operacional Padrão (SOP)

1. Autoridade e Definições

Este SOP estabelece os procedimentos para todas as operações BVLOS conduzidas com integração a um Provedor de Serviços UTM (USS).

2. Operação e Automação

3. Planejamento de Voo e Espaço Aéreo

4. Procedimentos Pré-Operação (Checklists)

5. Execução da Operação (Controle e Monitoramento)

6. Procedimentos de Contingência e Emergência

Exemplo Procedimento Operacional Padrão Ensaio III

1. Autoridade e Definições

Este SOP estabelece os procedimentos do Provedor de Serviços UTM (USS) para o BR-UTM Field Test 3, a ser conduzido no IEAv entre 15 e 17 de dezembro de 2025.

2. Operação e Automação

3. Planejamento de Voo e Espaço Aéreo

4. Procedimentos Pré-Operação (Checklists)

5. Execução da Operação (Controle e Monitoramento)

6. Procedimentos de Contingência e Emergência

Whitepaper

III Ensaio de Campo BR-UTM

Data: 15 a 17 de dezembro de 2025

Realização: Instituto de Controle do Espaço Aéreo (ICEA)

Local: Instituto de Estudos Avançados (IEAv), São José dos Campos, SP.

1. Introdução

O terceiro ensaio de campo do projeto BR-UTM consolidou o avanço da maturidade operacional do Gerenciamento de Tráfego de Aeronaves Não Tripuladas no Brasil. Diferente de ensaios laboratoriais, este evento focou na realidade do operador, permitindo que as empresas participantes (Aeroscan, Atech e Speedbird) propusessem seus próprios perfis de voo para testar a resiliência de seus sistemas em cenários de contingência, detecção de desvios e conformidade com volumes operacionais.

Com o suporte tecnológico da Arsitec na detecção de drones, o ensaio validou como a troca de dados entre o provedor USS (Unmanned Service Supplier) e o ecossistema UTM impacta diretamente a segurança da operação em tempo real.

2. Objetivos Operacionais

Os ensaios foram estruturados para validar cinco pilares fundamentais para a segurança do voo:

  1. Resposta a Contingências em Tempo Real: Capacidade do USS de identificar restrições dinâmicas e guiar o piloto na mitigação do risco.
  2. Conformidade com a OIR (Operation Intent Region): Verificação automática de desvios geográficos e transição de estados de voo (Ativo → Não-Conforme → Contingência).
  3. Gestão de Volumes Não Nominais: Garantia de que, em caso de falha, o sistema reserve um volume de proteção (buffer) e impeça novos voos nessa área.
  4. Desempenho de Reação: Medição do tempo entre o evento adverso e a notificação ao operador.
  5. Automação de Check-in / Check-out: Ativação e desativação de OIR de maneira automática e transparente para o operador

3. Infraestrutura e Ecossistema

A arquitetura do ecossistema UTM (composta pelo DSS, Servidor de Autenticação e Provedores de Restrição) foi hospedada de forma híbrida entre o ICEA e o NCTI, garantindo a integridade dos dados e a visualização centralizada por parte do órgão regulador.

4. Detalhamento dos Ensaios por Provedor

Nesta edição, as empresas tiveram autonomia para propor voos que refletissem seus desafios operacionais diários, totalizando três missões por provedor.

Atech

A arquitetura da Atech utilizou a transmissão de RemoteID Broadcast da aeronave para uma antena local, que serviu de ponte para o USS. O operador recebeu os alertas em um tablet posicionado paralelamente ao rádio controle.

Aeroscan 

A Aeroscan utilizou uma abordagem integrada, onde o software de gerenciamento UTM roda diretamente no controle remoto da aeronave, consolidando a consciência situacional em uma única tela.

Speedbird 

Como fabricante e operadora, a Speedbird integrou sua GCS (Ground Control Station) diretamente ao UTM, permitindo uma comunicação profunda entre a telemetria da aeronave e o serviço de rede.

5. Conclusão Operacional

Um grande ganho deste ensaio foi a validação da Lógica de Volumes Não-Nominais:

Cenário

Objetivo

Resultado Observado

Desvio de OIR

Validar alertas de conformidade

Transição precisa de "Ativa" para "Não-Conforme" com prompts de correção.

Restrição Dinâmica

Testar reação a fechamento de área

Bloqueio imediato de ativação e comando de pouso em áreas seguras.

Volume Não Nominal

Proteção de terceiros

USS notificou o ecossistema criando áreas de exclusão baseadas na autonomia da bateria.

Intervenção de Inércia

Segurança física

O drone respeitou os limites geográficos mesmo sob comando manual agressivo.

O III Ensaio de Campo do BR-UTM provou que a tecnologia de suporte ao operador está pronta para lidar com imprevistos de forma automatizada. A principal lição para os operadores é que o UTM não atua apenas como um "fiscal", mas como uma ferramenta de consciência situacional.

A capacidade dos USSs de gerarem volumes não nominais e impedirem decolagens em áreas restritas garante que o erro humano ou falhas técnicas sejam contidos antes de afetarem a segurança geral do espaço aéreo. O próximo passo envolve a maturação dos tempos de resposta para operações em larga escala e a integração total com a detecção de drones não colaborativos via Arsitec.